Estamos em pleno séc. XXI

Créditos Fotográficos: João Camilo


Estamos em pleno séc. XXI.

As lutas pela emancipação feminina já só deviam aparecer em livros de história! A igualdade de género já devia ser um direito fundamental de todos os cidadãos.

Mas não é! As mulheres continuam a receber menos que os homens (e, no Governo, ainda acham que é um grande feito criar mais leis para tentar combater isso), continuam a trabalhar mais em casa (e que sorte têm aquelas cujos maridos as AJUDAM [?#&?] em casa e com os Filhos).

Estamos em pleno séc. XXI.

E o assédio ainda existe! Em alguns casos, ainda é visto com naturalidade (e, até, como culpa da mulher, que não se soube vestir, ou comportar).

Estamos em pleno séc. XXI.

E ainda há dias, num passeio descontraído, em Família, me cruzei com outra Família e fiquei incomodada. Fiquei incomodada porque, apesar de estar na companhia da mulher, da filha e do filho, o fulano ficou a tirar-me as medidas, repetidamente. Fiquei incomodada, porque, apesar de eu estar na companhia dos meus Filhos e Marido, isso não fez com que a situação parecesse errada áquele ser. Fiquei incomodada, porque senti o meu espaço invadido, a minha privacidade e o meu conforto ameaçados. Fiquei incomodada pela falta de respeito generalizada: por mim, pela minha Família e pela outra Família.

Estamos em pleno séc. XXI.
E continua a ser necessário explicar o que é a igualdade de género e de que forma, no nosso dia-a-dia, tantas vezes, contribuímos para perpetuar os estereótipos que impossibilitam que essa igualdade exista de facto e em pleno!






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